sábado, 21 de maio de 2011
Afinidade - Artur da Távola
A Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi.
Ter afinidade é muito raro.
Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos
que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com,
Não é sentir contra,
Nem sentir para,
Nem sentir por,
Nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente,
mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar...
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida.
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,cada vez mais a expressão do outro
sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi.
Ter afinidade é muito raro.
Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos
que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com,
Não é sentir contra,
Nem sentir para,
Nem sentir por,
Nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente,
mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar...
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida.
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,cada vez mais a expressão do outro
sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Para Refletir
Theilhard de Chardin :
"NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL.. .
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...".
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...".
Maria Flor
Lindos os presentes personalizados que Priscila e Sandrinha, estão desenvolvendo.
Tem opções personalizadas para presentear uma amiga, mãe, namorado, marido, seus padrinhos de casamento...
E fazem lembrancinhas para casamentos, aniversários, batizado, chá de panela, chá de bebê ou com a logo de sua empresa!
Tudo lindo e de muito bom gosto.
Sandrinha (31-99919747) e Priscila (31-88135006)
O Frio Chegou !!!
Agora não dá para negar, o frio chegou de vez para ficar. E com ele, vários acessórios que a gente pode abusar! Um deles é o cachecol. Item obrigatório no nosso guarda-roupa de inverno, além de proteger contra o frio, ainda dá um charme em qualquer produção. Vale tudo, desde os mais fininhos, para quem mora em região onde a estação não é tão rigorosa até os de lãs, mais pesados. Dá para combinar a cor do cachecol com as cores do look ou jogar uma combinação totalmente inusitada – o resultado fica super bacana nos dois casos. Vamos tentar?
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