sábado, 11 de junho de 2011

Não Deixe o Amor Passar



Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.
(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Kate Linda

Kate de longo rosa e paetês. Ousada, não?

 Kate Middleton ousou na escolha do look para um jantar beneficente em Kensington Palace, Londres, nesta quinta, 9 de junho: um longo rosa de paetês da coleção de verão 2011 de Jenny Packham.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Diana de Cadaval lança "Maria Francisca de Sabóia "

Maria Francisca de Sabóia


Diana de Cadaval lançou, esta quarta-feira, o livro «Maria Francisca de Sabóia . Uma princesa entre dois reis de Portugal».

O lançamento aconteceu no Museu Nacional de Arte Antiga e a apresentação esteve a cargo do professor Doutor André Gonçalves Pereira.

Este é o segundo livro de Diana de Cadaval, lançado um ano depois da sua estreia literária com «Eu, Maria Pia».


Sinopse:As mãos estão fechadas em posição de oração. Fechada no Mosteiro da Esperança, Maria Francisca de Sabóia suplica a Deus que a proteja, olhe por si neste momento de aflição e lhe perdoe os seus mais terríveis pecados. Está em marcha, na corte portuguesa, um plano imparável e de consequências imprevisíveis. E ela é a personagem principal desta história de intriga, desamor e traição. A decisão estava tomada. Não poderia voltar atrás. Terminaria o casamento com D. Afonso VI, rei de Portugal, um homem deformado, gordo, de personalidade irada que nunca a havia procurado no leito conjugal. O próximo passo deste plano minuciosamente traçado seria pedir a Roma, com a ajuda do seu bom amigo e conselheiro, o duque de Cadaval, a anulação deste casamento falso que a havia tornado infeliz durante um ano e meio. Por fim, deposto o marido, casaria com o infante D. Pedro, seu cunhado e assim veria concretizados os seus desejos de poder. Uma afronta nunca antes vista, um pecado que pedia, sem piedade, o castigo divino. Mas Maria Francisca de Sabóia não havia nascido para ser um fantoche. Nasceu para ser rainha. Contudo, a vida reservava-lhe ainda algumas surpresas. Diana de Cadaval regressa à escrita com um romance que nos leva até à corte portuguesa do século XVII, num momento em a ameaça espanhola é uma realidade, para nos contar a história de Maria Francisca de Sabóia, uma princesa francesa que, aos 20 anos, se torna rainha e protagoniza um dos episódios mais curiosos da História de Portugal.


Diana de Cadaval, cujo nome real é D. Diana Mariana Vitória Álvares Pereira de Melo, nasceu a 25 de Julho de 1978, em Genebra, Suíça.
É licenciada em Comunicação Internacional, pela Universidade Americana de Paris, tendo também trabalhado na leiloeira Christie’s, em Londres.
É a 11.ª Duquesa de Cadaval, e tem actualmente a seu cargo a actividade cultural do Palácio de Cadaval, em Évora, o berço ducal há mais de seis séculos.
É casada com o príncipe Charles-Philippe d’Orléans, com quem tem participado em missões humanitárias na Etiópia, Camboja, Sérvia e Egipto.
Escreveu o seu primeiro romance em homenagem a seu pai, já falecido, D. Jaime Álvares Pereira de Melo, 10.º Duque de Cadaval, uma vez que foi ele que lhe permitiu florescer a sua paixão pelos livros.


 

Inverno sem Erro

Johnny Depp

Um dos quarentões mais adorados do cinema mundial, Johnny Depp, completa, nesta quinta-feira (09), 48 anos de vida. Em cartaz nos cinemas com o filme Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, o ator vive pela quarta vez o seu personagem favorito: Jack Sparrow.
Ainda não pude ver o filme, mas assim que puder vou ver e conto minha opinião para vocês, sobre Johnny, digo sobre o filme. Sim, porque minha opinião sobre ele , todo mundo sabe.

Cinza e Camelo no Inverno

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Mães Morrem Quando Querem...








"Em geral, as mães, mais que amar os filhos, amam-se nos filhos." 
(Friedrich Nietzsche)
"Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho “mãe” se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado “avó”. Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães  são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade… " Alexandre Pelegi

Lady Dior Palette

Olhem o que acaba de ser lançado para o verão europeu , esse jogo de sombras chamado LADY DIOR PALETTE.
Achei uma delícia esse design inspirado na famosa bolsa Lady Dior, que por sua vez reproduz o desenho da palha utilizada nas cadeiras de vime dos primeiros desfiles da grife.
A cor cinza que predomina no estojo era uma das preferidas de Christian Dior. Um charme!



Têca no Fashion Rio






Cores fortes, estampas hi-tech selvagem (grafismos e ícones de redes sociais misturados a imagens de animais) e padronagens que nos levaram à exuberância africana fizeram parte da boa apresentação da estilista Helô Rocha para a marca Têca. A cartela de cores explorou o azul klein, vermelho, laranja, roxo e bege. Isso sem falar nos ótimos colares tribais e em miçanga em forma de gola. Destaque para as amarrações com lenços nos casacos e vestidos.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sheikha Mozah




A discreta Sheikha Mozah, além de linda, é uma mulher extraordinária.Uma das mulheres mais elegantes a circular pelas rodas políticas e uma das poucas esposas de governadores árabes a aparecer em público, ela está entre as 100 mulheres mais poderosas do mundo, segundo a Forbes. Com um estilo naturalmente interessante e clássico, além de respeitar os costumes religiosos de nunca mostrar os braços nem tirar os turbantes da cabeça.  Ativista social, mãe de sete filhos e formada em sociologia, luta contra a violência doméstica, pelos direitos das crianças e por oportunidades de trabalho para os jovens da Palestina. Entre seus projetos mais recentes está a fundação Al Fakhoora (www.fakhoora.org), criada para arrecadar fundos para reconstruir instituições de ensino em Gaza e na Cisjordânia destruídas em guerra.
Nascida em 1959,  é a segunda das três esposas de Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani , Emir do Estado do Qatar .